Por isso há urgência em descobri-las. E dar-lhes a visibilidade que têm os espetáculos do horror. Em um tempo em que dá vergonha ser humano, “elas” são as pessoas de verdade. São aquelas que fazem o que podem e também o que não podem para erguer alguma estrutura nas ruínas destes tempos. São as que amparam, as que lutam, as que se indignam e as que constroem. E estão em toda parte. Às vezes mais perto do que imaginamos. Só precisam ser descobertas, reveladas e nutridas com a mesma esperança que "elas" nutrem por estes tempos.
Reconheça alguma. Em tempo!
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