
Prevalece o perfume da rosa
Temperamental e voluptuosa
A escorregar por estes caminhos
Da doce vida dos artistas
Que se estendem em ninhos de poesias
Escritas em noites vadias
E fazem-me sentir o toque da lua nua
Minha estrada se confunde com a tua
Cria-se uma extensa magia
Dos que pintam e bordam palavras
Em versos, rimas ou prosa
Marcam a biografia da alma que fala
Filosofia de quem nunca se cala
Deixam rastros de flor pelas ruas
E Quando passo ao clarão da branda lua
Não ando, flutuo
Não escondo, revelo
Não sou espinho, sou rosa
Temperamental e voluptuosa
Temperamental e voluptuosa
A escorregar por estes caminhos
Da doce vida dos artistas
Que se estendem em ninhos de poesias
Escritas em noites vadias
E fazem-me sentir o toque da lua nua
Minha estrada se confunde com a tua
Cria-se uma extensa magia
Dos que pintam e bordam palavras
Em versos, rimas ou prosa
Marcam a biografia da alma que fala
Filosofia de quem nunca se cala
Deixam rastros de flor pelas ruas
E Quando passo ao clarão da branda lua
Não ando, flutuo
Não escondo, revelo
Não sou espinho, sou rosa
Temperamental e voluptuosa
(Foto: Fernando Belletti)
2 comentários:
"Minha estrada se confunde com a tua" e então tbm não sou espinho, sou perfume - o espinho está quando ao tocarmos a tela-sujeito desvendamo-nos diante de nós, diante da proteção instintiva que reaviva o selvagem em nós, e que no mesmo instante é confrontado com esse mesmo instinto de proteção que acaba por complexificar o perfume...
... e assim por diante;
beijos mil - als
(continuação)
será que a cor é o resíduo que se aquece pelo combate entre perfume e espinho?
als
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