Abram as janelas do mundo para que o ar entre, para que se respire um pouco da brisa matinal, mesmo que fria. Deixem-nos expostos à cor azul do dia. Aquela que clareia e nos traz as incertezas no porvir de um novo traço a se desenhar. Não saber, somente respirar. Abram as janelas do mundo para aqueles que não enxergam que a vida acontece além do visível. Mostrem a força do tempo, um horizonte mais amplo, novos caminhos e ares mais puros. Aqueles que incham as narinas e ardem por dentro. Para lembrá-los que ainda estão vivos.
Um comentário:
Oba! Agora podemos comentar aqui mesmo!
Como sempre vc escreve coisas do coração. Pura emoção!
Beijos - Daniel :-)
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