Olha pela janela e vê em infinito. Pensa em sua silhueta revelada por trás da cortina. Faz um gestual de pés delicadamente calculado. Pronto. Assim permanece por alguns instantes. Sente o olhar do de dentro da sala. Uma conexão com o ir-real. A fantasia revela ser a mais palpável manifestação de tudo o que foi. A única que ficou. Ninguém mais - nem mesmo ela - está lá.
Um comentário:
somos o que criamos ser...
bjos querida!
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