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30 abril, 2009

Colcha de retalhos

"Quer saber o que eu penso? Você agüentaria conhecer minha verdade? Pois tome. Prove. Sinta. Eu tenho preguiça de quem não comete erros. Tenho profundo sono de quem prefere o morno..."

"Não coleciono inimigos.Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa.Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo."

"Respeito os sentimentos de cada um e respeito os meus também. Mudo de opinião mas não de princípios. Respeito as pessoas, inclusive as que me fizeram mal...e respeito mais ainda aquelas que me fazem bem."

"Palavras até podem me conquistar temporariamente, mas atitudes me ganham ou me perdem para sempre."

"Tenho que ter paciência para não me perder dentro de mim: Vivo me perdendo de vista. Preciso de paciência porque sou vários caminhos, inclusive o fatal beco-sem-saída."

"Sou louco porque vivo em um mundo que não merece minha lucidez"

"A cada bela impressão que causamos, conquistamos um inimigo. Para ser popular é indispensável ser medíocre.

"Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou e já tive tanta certeza de mim, ao ponto de querer sumir..."

"Cuidado com as ilusões, mocinha, profundas e enganosas feito o mar. Num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra."

"Quando se ama incondicionalmente nos contentamos com tão pouco!"

“Até cortar os próprios defeitos pode ser perigoso. Nunca se sabe qual é o defeito que sustenta nosso edifício inteiro.”

“Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado. Pensava que somando as compreensões eu amava. Não sabia que somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, por ter tido carinho, pensei que amar era fácil.”

“Então pela nossa própria sobrevivência afetiva — com carinho, com cuidado, com um sentimento de dignidade — ô gente, vamos continuar amando. Era tão bom, não era?”

E que uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nosso roteiro.”

Decifra-me, mas não conclua. Eu posso te surpreender.”

Um comentário:

luana felicia disse...

fragmentos perfeitos pra um patchwork. adorei!

o formato me lembrou um blog q gosto muito: http://baledasasas.blogspot.com, da ana frantz.
acho que ela tá dentro dessa nossa sinergia.
dê uma olhada, certeza q vai gostar.


ps. e o nosso café? =]
vai acabar levantando vôo e eu não vou te ver =/

beijocas